O ministro Flávio Dino entrou em defesa, nesta terça-feira (9), de penas mais duras para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e para o ex-ministro Walter Braga Netto, no julgamento sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.
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Durante acompanhamento no voto do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, pela condenação dos sete réus do chamado “núcleo 1”, ele divergiu quanto a dosimetria das penas.
“Não há a menor dúvida de que os níveis de culpabilidade são diferentes. E mais – e essa não é uma divergência propriamente, mas uma diferença que adianto em relação ao eminente relator – em relação aos réus Jair Bolsonaro e Braga Netto não há dúvida de que a culpabilidade é bastante alta”, disse Dino. “Portanto, a dosimetria deve ser congruente com o papel dominante que eles exerciam”, apontou.
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Dino afirmou que Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI) e Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin) tiveram uma participação menor na suposta trama golpista.
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