Ana Castela usou as redes sociais na última segunda-feira (02), para compartilhar um desabafo sobre as transformações em sua vida desde que alcançou projeção nacional. A artista revisitou memórias da infância e da adolescência no interior de Mato Grosso do Sul ao celebrar o lançamento do álbum “Herança Boiadeira – Rodeio”, destacando as raízes do sertanejo presentes no início de sua trajetória.
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No texto publicado, a cantora refletiu sobre as renúncias que enfrentou ao longo do caminho. “Pra Ana Castela nascer, a Ana Flávia precisou crescer e entender que crescer às vezes dói por dentro. Tive que abdicar de tanta coisa… da casa em Sete Quedas [município do MS em que foi criada], da fazenda, dos almoços na casa da vó”, escreveu.
A artista também mencionou os desafios que acompanham a rotina profissional. “Precisei trocar o cheiro da terra molhada pelo cheiro de estrada. Trocar o silêncio pelo som alto dos palcos. Ninguém via as lágrimas no travesseiro, o cansaço escondido no camarim, o medo que às vezes aparece só pra testar se eu continuo firme”, afirmou.
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Ao final da publicação, Ana destacou o papel do público em sua trajetória: “E mesmo com toda distância, cada sorriso de vocês me levanta. Cada voz cantando junto me lembra o porquê de estar aqui. Se eu deixei pedaços de mim lá atrás, foi pra construir algo maior. A Ana Flávia nunca deixou de persistir. Ela aprendeu a dividir: um coração que é da fazenda, e outro que nasceu pra subir no palco e nunca desistir”.
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