Ciro Gomes (PDT) declarou que a sua candidatura ao governo do Ceará deve ser confirmada até meados de abril, e expôs algumas “dificuldades” para fechar o seu time para disputar a eleição, onde responsabilizou o ex-ministro da Educação, Camilo Santana (PT).
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Em entrevista ao jornal O Povo, o ex-governador declarou que Camilo Santana “comprou” o PDT cearense para “liquidar” a sua candidatura ao governo do estado cearense.
“A grande luta que aconteceu por essa semana, que vocês testemunharam a parte caricata do assunto, era o esforço que o Camilo Santana está fazendo para me impedir de ser candidato. Então, eles compraram o PDT, que era o meu partido, compraram pura e simplesmente e liquidaram o PDT, e eu fui pro PSDB”, disparou Ciro Gomes.
“Como eles não terão jamais capacidade de comprar o PSDB, que hoje tem como líder o senador Tasso Jereissati, eles partiram para a crença de que é: se eles me impedissem de fazer alianças, eu também não teria essa posição de ser candidato. Fizeram com meu irmão… eu vou contar isso ainda para o povo cearense, fizeram as coisas mais chocantes e imorais que alguém pode fazer, envolvendo até magistrados nessa pressão suja para impedir que o União Brasil e a federação ficassem comigo”, alegou o político, que ainda acusou o PT de impor uma “ditadura” no Ceará.
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“As coisas até estão sendo caminhadas na direção, com a proteção de Deus, de construir uma sólida candidatura para confrontar essa tarefa de libertar o Ceará dessa ditadura corrupta que nos governa”, concluiu Ciro.
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