Quem pretende viajar em 2026 precisa ficar atento: hotéis, pousadas, hostels e outros meios de hospedagem agora são obrigados a usar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato totalmente digital. A mudança acabou de entrar em vigor e substitui de vez os antigos formulários em papel preenchidos na recepção, prometendo mais agilidade — mas também levantando dúvidas entre turistas.
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Na prática, o cadastro continua obrigatório, como já acontecia desde 2008, mas agora tudo passa a ser feito online. O hóspede pode preencher os dados antes mesmo de chegar ao local, por meio de um link enviado pela hospedagem, ou no momento do check-in, usando QR Code ou atendimento presencial. Informações como nome, documento, contato e período da estadia seguem sendo exigidas normalmente.
Com a novidade, muita gente passou a questionar se o governo teria acesso total às viagens dos brasileiros. O Ministério do Turismo afirma que não há monitoramento individual e que os dados são protegidos, criptografados e usados apenas de forma agregada para fins estatísticos. Informações pessoais só podem ser acessadas mediante solicitação judicial ou investigação oficial, como já acontecia anteriormente.
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Segundo o governo, a intenção é reduzir filas, cortar burocracias e facilitar o atendimento, funcionando de forma parecida com o check-in antecipado de companhias aéreas. Além disso, hotéis e pousadas também ganham com menos papelada, menos custos operacionais e maior padronização no envio das informações.


