A defesa de Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB 26, se pronunciou após ter sido noticiado de a ação milionária movida contra a Globo na Justiça havia sido arquivada.
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À coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, a equipe jurídica do ambulante, comandada pela advogada Niva Castro, deu mais detalhes do caso, após ter sido informado que juiz teria decidido suspender o processo porque os advogados do rapaz teriam usado recursos de inteligência artificial (IA) para redigir a petição inicial.
“Quando o juiz de Colombo declinou competência para julgar o caso, pois o contrato foi assinado no Rio, o processo foi remetido para o estado do Rio e foi integralmente para a Justiça de lá. Quando a ação vai para o Rio de Janeiro, ele não pode mais tramitar aqui. E o que acontece? Se arquiva, pois não pode tramitar nos dois estados. O processo daqui está arquivado desde março”, relatou a defesa.
“Não existe essa situação, essa questão. É infundado. Não houve decisão ou arquivamento, apenas no Estado do Paraná”. Em seguida, o advogado de Pedro Henrique falou sobre o uso de IA: “Essa questão da IA acho que foi porque ficou faltando um número de jurisprudência. Mas, assim, se tivesse sido usada IA, tem muito magistrado que utiliza IA para fazer sentença, há muito tempo. Tem muito promotor que utiliza IA para fazer cota ministerial há muito tempo”.
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“Inteligência artificial está aí e usa quem quer. Vende IA para advogados. Jamais se arquivaria um processo por causa disso. O processo sequer foi autuado, numerado, na Justiça do Rio de Janeiro. Antes de qualquer sentença de extinção, a defesa seria intimada. E não foi”, concluiu.
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