O pai de um dos adolescentes acusados pela morte do cão comunitário Orelha, agredido brutalmente na Praia Brava, em Florianópolis, concedeu entrevista, e se manifestou em torno da comoção causada pela tragédia.
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Em entrevista ao programa ‘Fantástico’, da Globo, neste último (1), o patriarca garantiu que, se provado, o filho pagará. “A educação que eu e minha esposa damos para ele não foi de passar a mão na cabeça dele. Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder”, iniciou.
“Mas tem que ser provado, porque até agora só foram acusações, acusações, acusações e não tem nada, não apresentaram absolutamente nada. A gente quer justiça tanto quanto as outras pessoas”, disse o pai. A Polícia Civil, inclusive, investiga o envolvimento de quatro adolescentes no crime do cão Orelha.
Rodrigo Duarte da Silva, advogado de duas famílias, deu detalhes sobre os próximos passos dos envolvidos. “Nós esperamos que os depoimentos sejam colhidos o quanto antes, que a verdade venha à tona e, a partir daí, todos os adolescentes que não têm culpa alguma no caso sejam publicamente inocentados e, se eventualmente algum deles tiver alguma parcela de contribuição com qualquer maus-tratos ou com qualquer pequeno delito de quiosque ou de caminhar nas ruas e etc., que eles sejam, sim, responsabilizados, mas na medida da sua culpabilidade, por óbvio”, afirmou o defensor.
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