
Motociclista de 62 anos quase é atropelada por carreta em Arapongas (Foto: Instagram)
A dona de casa Valdete da Silva, de 62 anos, quase foi atropelada na última sexta-feira (20) enquanto pilotava sua moto em Arapongas, no Norte do Paraná. Ela trafegava por uma rua movimentada quando um caminhão articulado realizou uma conversão à direita sem percebê-la, tocando levemente a traseira da motocicleta. Valdete rolou pelo asfalto e conseguiu se desvencilhar das rodas do veículo de grande porte, escapando com apenas ferimentos leves.
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O momento crítico foi registrado por câmeras de segurança instaladas na via, que mostram a motociclista saltando do veículo e caindo no chão pouco antes do caminhão continuar a manobra. A carreta não conseguiu frear a tempo e arrastou a moto por alguns metros, enquanto Valdete rolava sobre o pavimento para não ser atingida. A cena chamou a atenção de quem passava pelo local e viralizou nas redes sociais nos instantes seguintes.
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Em entrevista ao portal BacciNotícias, Valdete explicou que tentou antecipar sua passagem: “Antes do sinal abrir, eu falei assim: ‘Vou passar na frente um pouco do caminhão para ele me ver, aí ele segue para lá e eu sigo reto’”. Mesmo antecipando a ação, a moto acabou presa à lateral do caminhão, exigindo uma reação imediata por parte da dona de casa.
A idosa descreveu o susto vivido nos segundos seguintes: “Quando eu pulei, já estava meio debaixo do caminhão. Pensei: ‘Tenho que sair daqui, senão ele vai passar por cima da minha cabeça’. Então, fui me jogando para os lados até conseguir me afastar.” Ela declarou estar grata por não ter sofrido ferimentos graves e afirmou que ainda sente um misto de alívio e preocupação ao recordar o ocorrido.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e prestou atendimento a Valdete no local. A idosa apresentou escoriações no joelho e dores na região lombar, mas exames iniciais não indicaram fraturas ou lesões que exigissem internação. Após receber os primeiros cuidados, ela seguiu orientada a permanecer em repouso nos próximos dias.
Logo após o acidente, Valdete e o motorista do caminhão conversaram calmamente à beira da via. Eles chegaram a um acordo para ressarcir os danos materiais sofridos pela moto e pelas laterais do veículo de carga, encerrando o incidente sem necessidade de registro policial ou processo judicial.

